Quarta-feira, 14 Outubro 2026 15:31
Quando a inteligência artificial ajuda a decidir o que importa
A inteligência artificial pode prever resultados cirúrgicos e processar milhões de dados em segundos, mas não sente medo, não compreende a dor e não tem consciência moral. Num artigo escrito exclusivamente para o livro do Iscte Executive Education “110 Vozes sobre IA Generativa, Bots, Agentes e Robôs”, que vai ser editado oficialmente no próximo dia 27 de outubro, a diretora do Programa de Investigação em Cancro da Mama da Fundação Champalimaud, Maria João Cardoso explica por que razão o futuro da tecnologia médica não passa por substituir os médicos, mas por torná-los capazes de praticar uma medicina mais personalizada, participativa e humana do que nunca.









